Arte de rua

E aii Família! Na Nova York dos anos 70, nascia a arte do grafite. Desde então, esta prática tão incompreendida foi cercada por discriminação e preconceito, sendo até hoje vista por alguns como algo ilegal e confundida com poluição visual. Quem lembra do  fato covarde que ocorreu com um grupo de grafiteiros há cinco anos atrás? Eles tiveram seus desenhos do galpão 5Pointz, no Queens (bairro tradicionalmente ligado à cultura hip-hop e um dos berços do movimento grafiteiro desde os anos 1970), apagados com tinta branca na calada da noite.

Na época, houve protestos e alguns artistas ainda realizaram grafites sobre a pinturas. No entanto, no ano seguinte, o prédio foi demolido para permitir a construção de luxuosas torres residenciais por um valor de US$ 400 milhões. Infelizmente toda a arte criada durante 12 anos foi destruída. Mas os artistas se reuniram para criar o Museu de Arte de Rua de 21 andares, em uma escadaria no hotel CitizenM, inaugurado na semana passada em Manhattan. Irraa!

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O museu é gratuito e os visitantes só precisam fazer o check-in na recepção e, em seguida, pegar o elevador até o 20º andar para conferir as obras de 20 artistas selecionados, que tem entre 25 e 65 anos e são de sete países diferentes.

Mesmo a passos lentos, é uma oportunidade a mais para o grafite caminhar para os vieses da arte, e passar a ser visto com outros olhos. Ao invés de apagar, é preciso incentivar a arte de rua!

Xoxo
Uma analógica na era digital

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