Bienal 2018 – Afinidades afetivas

E aí Família!! Vez ou outra trago aqui para vocês dicas de exposições que estão rolando nos mais diversos cantos desse mundão para incentivar a nossa geração que está desinteressada ou cansada, que não tem se sensibilizado facilmente com a arte. Afinal, acredito que a experiência com a arte, desde o encontro com a obra até o compartilhamento da reflexão sobre ela, é de suma importância para construção de uma sociedade em sua melhor versão.

Exposição de Claudia Fontes, na 33ª Bienal de São Paulo

Se você faz parte dessa galera, a  33ª Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas, que já está rolando, é uma super oportunidade que alinha pensamento e sentimento, criação e reflexão de uma forma diferente!

A proposta do curador espanhol Gabriel Pérez-Barreiro é envolver o público com uma mostra menor e menos cansativa. Além da seleção de 12 artistas (3 deles com boas exposições póstumas que funcionam como retrospectiva e um jeito de torná-los mais conhecidos: Aníbal López, Feliciano Centurión e Lucia Nogueira), ele também convidou outros sete artistas para construírem suas curadorias próprias. Cada artista curador trabalhou com total liberdade para selecionar a lista de artistas e o projeto expográfico de suas exposições com uma única exigência: ela deveria incluir obras próprias. São eles: Alejandro Cesarco, Antonio Ballester More, Claudia Fontes, Mamma Andersson, Sofia Borges, Waltercio Caldas e Wura-Natasha Ogunji.

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“O PÁSSARO LENTO”, DE CLAUDIA FONTES / REPRODUÇÃO SITE BIENAL
Sempre, Nunca, Wura-Natasha Ogunji / Reprodução site Bienal
SEMPRE, NUNCA, WURA-NATASHA OGUNJI / REPRODUÇÃO SITE BIENAL

Então, visitar a Bienal 2018 é como se você visitasse mais de sete exposições diferentes de uma vez, mas também dá pra visitar várias vezes e ir curtindo aos pouquinhos, já que a mostra vai até 9/12 e é gratuita!

E, tem mais novidades: nesta edição, estão disponíveis seleções musicais com curadoria dos artistas da mostra! No site há um audioguia, que traz cerca de 50 faixas em que os artistas utilizam o som e as narrativas como extensão de suas práticas artísticas expostas no evento. No Spotify, também está disponível o conteúdo do audioguia como podcast, que pode ser acessado pelos celulares dos visitantes. No app, o usuário encontra conteúdos da exposição, além de uma versão digital e jogável da publicação educativa “Convite à atenção”, que propõe quatro etapas de exercícios de atenção, entre outras atividades.

Vale tirar um tempo para conhecer cada espaço criado com a proposta de desacelerar, observar e compartilhar experiências e descobrir as músicas que inspiram os artistas!

Xoxo
Uma analógica na era digital

 

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