Reflexo da era da inteligência artificial no marketing!

E aii Família!! Outro dia conversamos sobre os limites entre o mundo real e o mundo virtual. As modelos digitais já estão fazendo sucesso por aí, mas o que nos chama a atenção e fez com que eu viesse mais uma vez abordar esse tema com vocês é que elas não são as únicas “humanóides” presentes nas redes sociais. 

A conta de Miquela, por exemplo, existe há dois anos no Instagram. Lá, ela se apresenta como uma garota de 19 anos, cabelos escuros e sardas. Sua família, segundo conta, é um homem chamado Trevor e uma mulher chamada Sara. Amante da música, usa roupa esportiva que marca tendências de moda e está envolvida inclusive em causas sociais, como em apoio à comunidade LGBTI ou aos sem-teto. Quase todos os dias, ela publica posts no Instagram, onde expressa seus sentimentos e mostra sua vida aos seus milhões de seguidores. Na verdade, Trevor McFredies e Sara Decou são os co-fundadores da start-up de Brud. E Miquela é uma robô virtual criada por essa empresa.

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O crescente número de seguidores de perfis instagramers não humanos, como esse citado, aponta para um novo fenômeno viral no marketing. A tecnologia está se aproximando mais do ser humano e as agências e as empresas sabem que isso chama a atenção. Assim, muitos já passaram a adotar uma estratégia de promoção de produtos e serviços com personagens fictícios, frutos da inteligência artificial.

Em muitos posts, Miquela aparece com roupa de marcas como Prada, Supreme ou Diesel. Às vezes está em companhia de modelos e outros personagens de tendência. Até existe um perfil no Spotify com algumas canções associados a esta humanoide. Em junho deste ano, a revista Time a incluiu na lista dos 25 personagens mais influentes da Internet em 2018.

Ainda é cedo para afirmar que o uso de personagens criados em computador para a promoção de produtos comerciais pode ser uma estratégia rentável em larga escala, mas é uma tendência que chegou ao mercado. Espero, e acredito que você também, é que sempre fique claro que se trata de publicidade. Estamos tão perto mas tão longe do real, que as consequências podem ser muito prejudiciais quando o objetivo for enganar e estabelecer um perfil inalcançável como algo real a se atingir. Fica o alerta, galera. Nem tudo é o que parece ser fora do mundo digital!

Xoxo
Uma analógica na era digital

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