Vem comigo?

Hey, folks! Esse ano de 2018 começou diferente! Se preparem, que vem muita coisa bacana por aí! Ontem meiixmo lancei no meu perfil do Insta um novo projeto que busca levar até vocês um pouco mais dos meus ideias, minhas ideias e meu mundo! Quem não viu, corre lá! Comecei esse ano aprendendo muito sobre mim e muitas coisas vieram à tona! Ficou ainda mais forte, em mim, a vontade de consumir moda com um olhar mais crítico, consciente em relação ao consumo, sabe?! Já que vocês me inspiram a continuar, resolvi compartilhar aqui também um pouco mais dessa minha caminhada! Boraa embarcar comigo nessa?

Pra começar, responde aí: Vocês sabem se a sua marca de roupa preferida faz uso de trabalho escravo? Ou se ela tem alguma política ou medida pra combater isso? Então, minha dica de hoje é o app Moda Livre! Ele tenta responder essas perguntas de uma maneira super simples pra que você consiga ver dados de marcas de maneira transparente.

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Esse aplicativo desenvolvido pela Repórter Brasil mostra como 119 marcas e varejistas combatem (ou não) todo tipo de exploração na produção da roupa que oferecem aos consumidores. O app também inclui informações sobre empresas nunca responsabilizadas em fiscalizações do governo. Na atualização, lançada a uma semana do Natal de 2017, incluiu pela primeira vez nomes conhecidos no mercado nacional como Topper, Rainha, Timberland*, Reserva, Hope e Mash.

Veja como funciona: A Repórter Brasil envia um questionário-padrão a marcas e grupos varejistas de moda em atividade no Brasil. As repostas geram uma pontuação que classifica as empresas em três categorias: verde, amarela e vermelha. As empresas que não respondem ao questionário são automaticamente colocadas na vermelha devido à falta de transparência.

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Das 119 marcas monitoradas pelo Moda Livre, só 18% estão na categoria verde. São empresas que demonstram ter mecanismos de acompanhamento sobre sua cadeia produtiva, e que possuem histórico favorável em relação ao tema. Na categoria intermediária – amarelo – estão 36% das marcas. Os 46% restantes estão na categoria vermelho, ou seja, não demostraram ou não informaram adotar ações minimamente adequadas para evitar casos de trabalho escravo na produção de suas roupas. Entre as marcas com pior avaliação, Forever 21, Colcci, Hope, M. Officer, Puma, Tng. Todas essas marcas já foram flagradas pelo Ministério do Trabalho por algum caso de trabalho escravo. É algo sério pra se pensar, né?

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O questionário tem 4 principais setores: políticas da empresa para combater o trabalho escravo, monitoramento (fiscalização), transparência e histórico da empresa com o trabalho escravo. É importante ressaltar que o aplicativo não recomenda que o consumidor compre ou deixe de comprar de determinada marca ou loja, apenas garante informação.

O aplicativo para smartphones existe desde 2013 e você pode baixar pela App Store ou pela Play Store

É isso tchurmaa! Depois me contem o que acharam dessa nossa vibe e me enviem dicas de marcas, tá?

Beijos

Awa Guimarães

fimdepost

 

 

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